Relatos: Freedom: "Freedom. Palavra derivada de free. Na tradução para o português, liberdade, que não se limita, independente. Não posso ser segura ao af..."
“Ai, que saudades do céu, do sal, do sol de Maceió” . Já ouviu essa música? A letra chiclete, do tipo quase impossível de ser esquecida, foi escrita pelo músico Eliezer Setton e define muito bem a capital alagoana. Aliás, não só Maceió, como as cidadezinhas ali dos litorais sul e norte daquele pedaço de chão abençoado inúmeras vezes por Deus. Já estive em Alagoas quatro vezes. A primeira como turista, em 2011, quando aproveitei aquela terra por cinco dias. Me apaixonei! Voltei outras duas vezes a trabalho e agora, na última semana de setembro, passei outros quatro dias de férias, na companhia de minha mãe, dona Veroca. Essa sim é suspeita pra falar. Se fosse ela escrevendo este texto, não seria nada resumido (risos). Estamos, eu e ela, admiradas mais uma vez com todas as belezas de Alagoas. Eu tive a oportunidade de conhecer, até hoje, oito dos nove estados nordestinos (falta Sergipe) e falo sem pensar duas vezes: as águas de Alagoas são as mais belas. Variam entre o azul tu...
Olá, boa noite. Há uma semana como jornalista formada (muito bom isso!) me rendo a mais uma maneira de divulgar minhas ideias, minha paixão por escrever. É isso, acredito que o blog seja mais uma boa ferramenta da Internet para trocar experiências, ler bons textos (outros nem tanto) e na pior das alternativas passar o tempo. Vou ler algumas coisas e preparar um texto sobre as eleições presidenciais. Nada melhor para começar. Am? Quem diria que eu abriria um blog com um texto político – quem me conhece vai se surpreender. Afinal, esse é um assunto que deveria ser importante para todos. Então, até mais. abs
Antes da faculdade o meu contato com homossexuais era bem limitado. Na verdade, nem me lembro de ter visto alguma cena de afeto entre duas pessoas do mesmo sexo (com excessão dos filmes). Em Luziânia, cidade grande agora, mas ainda com ar de interior, não se assumia homoussexualidade assim tão naturalmente. Na faculdade este contato começou a ser mais comum. Confesso, era novo pra mim e às vezes até assustava. No entanto, eu sabia que tinha que trabalhar em mim qualquer preconceito e compreender a vontade de cada um. Foi em Salvador, numa viagem com amigos, no show da Beoncé, que eu presenciei um beijo gay ao vivo. Aliás, vários! Muitos! O público da norte americana é, em sua maioria, de LGBTs. Aquele dia sai pouco assustada pelas cenas de trocas de carinhos, beijos e tudo o que faz um casal hétero. Percebeu o que escrevi agora? Carinhos, beijos... Desde quando isso é feio?! É ruim?! Desde quando o amor é coisa desagradável? Nunca foi! Não precisa ser! Eu não nasci simpatiza...
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