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Mostrando postagens de setembro, 2017

Busquemos a cura

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Antes da faculdade o meu contato com homossexuais era bem limitado. Na verdade, nem me lembro de ter visto alguma cena de afeto entre duas pessoas do mesmo sexo (com excessão dos filmes). Em Luziânia, cidade grande agora, mas ainda com ar de interior, não se assumia homoussexualidade assim tão naturalmente. Na faculdade este contato começou a ser mais comum. Confesso, era novo pra mim e às vezes até assustava. No entanto, eu sabia que tinha que trabalhar em mim qualquer preconceito e compreender a vontade de cada um. Foi em Salvador, numa viagem com amigos, no show da Beoncé, que eu presenciei um beijo gay ao vivo. Aliás, vários! Muitos! O público da norte americana é, em sua maioria, de LGBTs. Aquele dia sai pouco assustada pelas cenas de trocas de carinhos, beijos e tudo o que faz um casal hétero. Percebeu o que escrevi agora? Carinhos, beijos... Desde quando isso é feio?! É ruim?! Desde quando o amor é coisa desagradável? Nunca foi! Não precisa ser!  Eu não nasci simpatiza...