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Mostrando postagens de 2017

“Jalapão, o paraíso é aqui”. Como discordar?

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Antes de começar este texto, procurei todos os possíveis sinônimos para a palavra fantástico. É que quando se fala de Jalapão, não há como descrever com outro adjetivo. A região de fervedouros, rios, montanhas, cachoeiras e outros atrativo fica em Tocantins, norte brasileiro. Por lá dizem assim: “Jalapão, o paraíso é aqui”. Devo concordar! Passei quatro dias encontrando belezas que eu nunca imaginei ver. Nem mesmo as fotos mostram o quanto aquele lugar é encantador. A aventura começa em Palmas, de onde saem os carros 4x4 das empresas de guias. É possível ir por conta própria, mas no fim da viagem eu agradeci ter fechado um pacote e viajado sob a direção de quem entende e conhece o Parque Estadual do Jalapão. Tudo foi mais tranquilo com o pessoal da Realize: o Edu, o Kaique e o Jetron (figuraçaaaa, o rei do Despacito). De Palmas segui por quatro dias, dormindo uma noite em cada cidade diferente. É que as atrações estão espalhadas por 34 mil quilômetros quadrados de terras tocan...

Alagoas: o litoral que encanta e deixa saudades

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“Ai, que saudades do céu, do sal, do sol de Maceió” . Já ouviu essa música? A letra chiclete, do tipo quase impossível de ser esquecida, foi escrita pelo músico Eliezer Setton e define muito bem a capital alagoana. Aliás, não só Maceió, como as cidadezinhas ali dos litorais sul e norte daquele pedaço de chão abençoado inúmeras vezes por Deus. Já estive em Alagoas quatro vezes. A primeira como turista, em 2011, quando aproveitei aquela terra por cinco dias. Me apaixonei! Voltei outras duas vezes a trabalho e agora, na última semana de setembro, passei outros quatro dias de férias, na companhia de minha mãe, dona Veroca. Essa sim é suspeita pra falar. Se fosse ela escrevendo este texto, não seria nada resumido (risos). Estamos, eu e ela, admiradas mais uma vez com todas as belezas de Alagoas. Eu tive a oportunidade de conhecer, até hoje, oito dos nove estados nordestinos (falta Sergipe) e falo sem pensar duas vezes: as águas de Alagoas são as mais belas. Variam entre o azul tu...

Busquemos a cura

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Antes da faculdade o meu contato com homossexuais era bem limitado. Na verdade, nem me lembro de ter visto alguma cena de afeto entre duas pessoas do mesmo sexo (com excessão dos filmes). Em Luziânia, cidade grande agora, mas ainda com ar de interior, não se assumia homoussexualidade assim tão naturalmente. Na faculdade este contato começou a ser mais comum. Confesso, era novo pra mim e às vezes até assustava. No entanto, eu sabia que tinha que trabalhar em mim qualquer preconceito e compreender a vontade de cada um. Foi em Salvador, numa viagem com amigos, no show da Beoncé, que eu presenciei um beijo gay ao vivo. Aliás, vários! Muitos! O público da norte americana é, em sua maioria, de LGBTs. Aquele dia sai pouco assustada pelas cenas de trocas de carinhos, beijos e tudo o que faz um casal hétero. Percebeu o que escrevi agora? Carinhos, beijos... Desde quando isso é feio?! É ruim?! Desde quando o amor é coisa desagradável? Nunca foi! Não precisa ser!  Eu não nasci simpatiza...