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Mostrando postagens de março, 2011

Relatos: Uma rapariga feliz

Relatos: Uma rapariga feliz : "Portugal. Ahhh Portugal! Boas lembraças trouxe daquele país tão belo e quente. Sim, ao contrário do frio inglês – que vem melhorando aos pou..."

Relatos: Uma rapariga feliz

Relatos: Uma rapariga feliz : "Portugal. Ahhh Portugal! Boas lembraças trouxe daquele país tão belo e quente. Sim, ao contrário do frio inglês – que vem melhorando aos pou..."

Uma rapariga feliz

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Portugal. Ahhh Portugal! Boas lembranças trouxe daquele país tão belo e quente. Sim, ao contrário do frio inglês – que vem melhorando aos poucos – a terra de Cabral estava quente como Porto Seguro nos dias 18, 19, 20 e 21 de março. Minha estadia foi agradável, a companhia também e estava quase tudo a meu favor. Depois de passar raiva no aeroporto por causa da mala que não era grande, mas parecia ser (formato), tive de pagar 30 libras a mais para embarcar. E levanta a mão quem nunca passou por situação semelhante. Ao avistar pela primeira vez essa beleza na pontinha da Europa, agradeci a Deus pela oportunidade. As luzes, milhares delas, tornam a noite portuguesa um espetáculo. Somada ao mar e a arquitetura se tornou a mais agradável das recepções. Logo nas primeiras horas do Holiday (feriado ou férias em inglês), decidi tirar algumas fotografias em uma praça no centro de Lisboa. E nesse momento eu tive de viver o que boa parte das metrópoles oferecem: drogas ao ar livre, sem ne...

Relatos: Gangorra londrina

Relatos: Gangorra londrina : "Outro dia postei em minha página do Facebook a seguinte frase: Passarinho que voa longe não tem galho certo pra pousar. Não sei se essa ex..."

Gangorra londrina

Outro dia postei em minha página do Facebook a seguinte frase: Passarinho que voa longe não tem galho certo pra pousar. Não sei se essa expressão existia ou   se foi eu mesma quem inventou. O que importa é o significado. Na próxima semana completo quatro meses em Londres. Continuo conhecendo coisas, admirando lugares, aprendendo inglês – e agora espanhol – e até me acostumei com o modo de vida daqui.   Apenas a incerteza do amanhã me faz, boa parte do tempo, pirar. Em quase quatro meses estou na terceira casa. Uma delas eu morei apenas um dia, pois me colocaram num quarto apertado com duas francesas que sequer falavam inglês e o cheiro de maconha me sufocava. Não achei muito agradável o local. Passei boa parte do tempo divindo um quarto apertadinho com uma prima, típico de Londres. Agora, moro em uma casa de um casal de sul-americanos. Espaço dividido também com mais dois paraguaios. Mais cultura, nada mal! Quando o assunto é trabalho, a gangorra londrina é ainda maior. O...